Blog - Diário de Bordo

Cultuar a Natureza - Um estilo de vida

Mais perto da natureza

Hoje temos esse desejo e necessidade de buscar o contato com a natureza, seja através de uma alimentação mais natural, remédios florais ou fitoterápicos e principalmente nos afastar dos grandes centros urbanos e partir em direção a belas e tranquilas paisagens.

Este desejo é, na verdade, uma saída muito saudável para buscar o equilíbrio físico e mental. A vida nas grandes cidades demanda, exige e oferece a nós, muito mais do que podemos assimilar ou corresponder. O excesso de estímulos, a poluição, a competitividade por espaço e a falta de pausa sobrecarregam o sistema nervoso de todas as formas e dificilmente encontramos formas eficientes de recarregar as baterias.

Uma forma maravilhosa de fazer essa pausa mental é viajar, isso todos sabem. Mas a proposta aqui é uma viagem de aproximação da natureza. Experimentar um esquema mais simples e rústico pode fazer milagres por nossa saúde mental. Às vezes tendemos a acreditar que férias precisam de muito conforto e poder fazer nada. Isso também é bom, mas esvaziar a mente por completo fazendo trilhas, caminhadas e travessias pode se mostrar muito mais renovador e transformador do que uma viagem padrão.

Acampar, dividir alojamento, escutar de perto os barulhos da noite, enfrentar o medo de insetos, se virar com muito pouco, levar consigo apenas o essencial, ultrapassar os limites físicos pode ajudar a nos revelar uma grande força interna, capacidades e talentos até então desconhecidos.

Ao fazer uma trilha, focamos nossa mente no aqui e agora, porque temos uma meta e um caminho real a percorrer, não há espaço e nem tempo para preocupações. E o cansaço físico é rapidamente compensado com as endorfinas produzidas pelo exercício e com pausas para banho em cachoeiras, rios ou no mar. Além disso, apenas o fato de estarmos imerso na natureza é altamente reenergizante e nutridor dos sentidos e da alma. Porque embora possamos sobreviver sem isso, precisamos deste contato com a terra e o vivo, porque a natureza é a nossa origem e nossa raíz biológica.

Outra grande vantagem é o valor. Devido às acomodações e refeições mais simples, normalmente viagens deste tipo costumam sair bem mais em conta do que as tradicionais.

Você pode planejar o seu roteiro com amigos experientes no assunto, ou começar devagar, frequentando um camping seguro. Ou, ainda, se não tiver companhia, buscar agências especializadas em viagens ou esportes de aventura, que formam grupos e oferecem guias nas caminhadas. Uma excelente forma de conhecer pessoas interessantes e descontraídas!

Pé na trilha e boa viagem!

CONFIRA AQUI TAMBÉM ALGUMAS AVENTURAS DOS CLIENTES DA CIA DA AVENTURA:

http://www.ciadaaventura.com.br/trip-fotos

Sobre o autor

 Karin Fromm

Fisioterapeuta e psicoterapeuta, atualmente estuda acupuntura chinesa. Atende em consultório particular em São Paulo e mantém um blog sobre saúde e prazer.

 

 

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Dicas de Alimentação para corredores

Uma boa base faz um ótimo esportista.

Pois é, não pense que apenas musculos e treinamentos sustentam atletas e esportistas de diversas praias.

Segue aqui uma dica "basica" e rápida para quem gosta de se manter em forma e curte uma boa "qualidade de vida".

 

Alimentação, você sabe cuidar da sua????

Boa leitura e bons treinos..

 

GUSTAVO PONTIN

 

 

Alimentação natural: a grande aliada do corredor - (artigo Running show)

A alimentação saudável é essencial para o bom desempenho e saúde do atleta. Disso, todo mundo sabe, mas como coordenar o tempo para se focar na alimentação diante de um dia-a-dia tenso e corrido, ou em meio a consecutivos treinos e provas? As empresas do setor de alimentos naturais têm cada vez mais se focado em dar as respostas certeiras e práticas aos consumidores.

“Qualquer pessoa deve seguir uma boa alimentação, principalmente os atletas, que tem um gasto de energias e minerais mais acentuados. Este mercado cresce a cada dia”, afirma a coordenadora de Produto da Gomes da Costa, Patrícia Hopf Simões. Com o conhecimento sobre nutrição cada vez mais disseminado, os consumidores passam a exigir alimentos saudáveis e que se encaixem em seu dia-a-dia. Além qualidade, a tendência do mercado vai para a praticidade e bons preços.

“O mercado de naturais é um dos que mais cresce. De 2004 a 2009 teve um incremento de 82%. Estamos ainda bastante atrasados se comparado aos mercados norte americano e europeu”, afirmou Coordenador de Marketing da Mãe Terra, Fábio Cecília. “Lá fora, já existem supermercados dedicados exclusivamente a alimentos saudáveis. No Brasil ainda existe uma crença de que apenas um nicho consome alimentos naturais e há poucas empresas que oferecem produtos um preço mais acessível”, completa o executivo.

Dando o tom no que dita as tendências do mercado de alimentação natural, a Gomes da Costa vai levar à Running Show deste ano as saladas de atum prontas para comer. Elas já vêm com garfo, com tempero caseiro e possuem o sistema abre fácil, sem a necessidade de refrigeração, para poderem ser consumidas qualquer hora e em qualquer lugar.

Na mesma linha, a Mãe Terra mostrará aos visitantes da feira o Caseirito, macarrão instantâneo natural do Brasil, além da Barra de Granola crocante 100% natural e o Fitfibras, uma barra de fibras coberta com chocolate 100% natural sem lactose. “Com a feira, esperamos aumentar nossa visibilidade junto aos atletas, que representam um importante mercado de alimentos saudáveis e que ainda não conhecem bem a Mãe Terra e seus lançamentos”, afirmou Fábio Cecília.

A tecnologia e as pesquisas para desenvolver os alimentos que melhor se adéquam à realidade do corredor serão valorizadas na Running Show 2010. As novidades do mundo dos naturais serão um prato cheio para os corredores.

DICA DE NUTRICIONISTA

Gabriela Cunha, nutricionista da Mãe Terra, dá dicas sobre a melhor forma de alimentação dos atletas.

Qual é a importância dos alimentos naturais para os corredores?

Toda prática de atividade física gera produção de radicais livres, devido ao aumento de oxigenação que o corpo recebe. A função do organismo é neutralizar esses radicais livres para prevenir que a imunidade diminua e para evitar o envelhecimento precoce. Essa função de neutralizar os radicais livres acontece por meio de uma alimentação que contenha antioxidantes, encontrados nos alimentos naturais, de forma equilibrada


O que o corredor deve comer antes e depois dos treinos?

No pré-treino, é necessário consumir alimentos integrais, ricos em fibras e outros carboidratos que dão a energia necessária para o bom desempenho na corrida. Exemplos: granolas e barras de granolas naturais, frutas (com casca, sempre que possível), biscoitos naturais e integrais, entre outros (até 40 minutos antes do treino).

Na fase de recuperação, ou pós-treino, é o momento de ingerir alimentos ricos em carboidratos e proteínas de boa qualidade, que têm alto aproveitamento pelo organismo e fácil digestão. Uma refeição com grãos integrais como arroz integral, quinua, feijões, além de verduras e legumes é indicada para este momento. Em especial, a quinua é um grão ótimo para praticantes de atividade física, porque além de conter carboidratos importantes para repor as energias, como os outros grãos, ela tem proteínas de excelente aproveitamento pelo organismo, por ter vários aminoácidos essenciais e ser de fácil digestão.

Dica: É importante saber que os alimentos naturais integrais fornecem nutrientes fundamentais para todas as funções do organismo. Esses nutrientes estão em quantidades naturalmente equilibradas.

 

Fonte da matéria: www.runningshow.com.br

 

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Jovem de 13 anos bate recorde de Ascenção no Monte Everest

Apesar de recorde, Jordan Romero comemora viagem e experiência cultural no Everest


Por Caio Martins | 06/07/2010 - www.webventure.com.br  

 

Jordan é a pessoa mais jovem a conquistar o Everest

No dia 22 de maio deste ano, o norte-americano Jordan Romero, de apenas 13 anos, tornou-se o mais jovem escalador a chegar ao cume do Monte Everest (8.850 metros). Apesar de todas as aventuras para a conquista da montanha mais alta do mundo, o garoto vivenciou outras experiências que marcaram ainda mais sua viagem de dois meses.

A primeira delas aconteceu antes mesmo de iniciar a subida do Everest. Depois de alguns dias em Kathmandu para conhecer os Sherpas e a companhia que o guiaria na expedição, que teve a participação de seu pai, Paul Romero, e da madrasta, Karen Lundgren, o jovem montanhista passou por dias especiais.

“Nós dirigimos por seis dias até o Campo Base. Essa parte da viagem foi, sem dúvida, uma das mais interessantes culturalmente, já que nós conhecemos várias cidades diferentes por lá”, contou Jordan.

Passando por diversas belezas naturais, alguns pontos intrigaram o norte-americano. Em meio a tantas paisagens, o escalador observou um outro lado do Nepal. “Quando mais perto nós chegávamos ao Campo Base, mais ficava visível a pobreza dos locais”, contou.

 


Experiência - Mesmo tornando-se a pessoa mais jovem a conquistar o Everest, Jordan acredita que sua viagem teve um significado maior do que apenas marcar seu nome na história. Para ele, a experiência vivida em um verdadeiro desafio foi mais importante.

“Ser a pessoa mais jovem a conquistar o Everest é algo bom, mas não era, realmente, o meu objetivo principal. Apesar de ser algo interessante, a experiência que eu conquistei é muito mais importante. Mostrar uma verdadeira aventura em família. Quando eu alcancei o cume, eu não pensei sobre o recorde e nada relacionado a ele. Eu apenas pensei que eu estava no topo do mundo, onde tantas coisas históricas já haviam acontecido por lá antes de mim”, disse Romero.

 

Conquista dedicada à cidade natal

Jordan só conseguiu o recorde graças a sua cidade natal

Conquistar um desafio como o Everest com apenas 13 anos requer muito mais do que apenas preparo. É necessário também um suporte financeiro, já que uma viagem como a de Jordan tem um alto custo. Esse preço, inclusive, quase fez com que o sonho de chegar ao topo do mundo não se concretizasse.

“Houve um momento que nós consideramos não ir”, disse Romero. “No entanto, achamos alguém para patrocinar nossa viagem. Quase todo nosso suporte foi feito pela comunidade de Big Bear Lake's, onde moro. Eles arrumaram diversas maneiras de conseguir dinheiro para o desafio. Até fizeram noites de taco (comida mexicana)”, contou.

Apear das dificuldades, a conquista valeu o esforço. “Nós trabalhamos muito duro para tornar o sonho realidade e, no geral, foi uma viagem muito boa. Quando estávamos lá, eu quase não acreditei que nós realmente havíamos conseguido. Estar no Campo Base de frente para o Everest e depois estar no topo do mundo. Eu não conseguia acreditar”, afirmou Jordan.

Foto: Divulgação/ ExplorersWeb/ Jordan Romero

 

 

 

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COMO ACAMPAR EM ÉPOCAS E OU LOCAIS DE CHUVA

COMO ACAMPAR EM ÉPOCAS E OU LOCAIS DE CHUVA     

Acampar é literalmente viver com a natureza e conviver com as coisas boas, como as belas paisagens, ar puro, verde das arvores, entre tantas coisas  inspiradoras, mas também com coisas não tão agradáveis na hora do acampamento, como a chuva! Afinal estamos na natureza e ela nos oferece imprevistos inevitáveis. Por isso precisamos nos preparar para esses eventos e curtir da melhor forma possível.

ALGUNS PASSOS IMPORTANTES:

1. Pense a respeito do local das suas férias, jornada ou expedição. Esteja preparado, pesquise sobre a região onde você pretente acampar, a época do ano e principalmente veja a previsão do tempo antes de ir viajar. Esses detalhes são importantes para você considerar todas possibilidades e se equipar bem para enfrentar tempos chuvosos e outros imprevistos da região.

2. Compre a barraca certa. As barracas são fabricadas em modelos diversos que servem para as mais variadas situações, indo desde campings em praias e campos até acampamentos base em alta montanha (acima dos 6-7 mil metros de altitude). Saber escolher uma barraca levando em conta as suas necessidades é essencial. (Confira nosso departamento de Camping - Barracas). http://www.ciadaaventura.com.br/acessoriosemgeralparacampingeaventura/barracasparacampinglazermontanhaeafins.html


3. Arme a barraca apropriadamente. Coloque uma lona sobre a barraca antes de armá-la, veja se a lona cobre toda a extensão da barraca com folga. Coloque uma lona também em baixo da barraca, isso ameniza a humidade do chão no piso da barraca. Evite armar a barraca sobre irregularidades como: inclinações, montes e terra fofa. Tente armar a barraca no local mais alto do acampamento e plano. Amarre bem as cordas e as deixe bem esticadas, mas sem forçar a costura. Não arme sua barraca proximo a rios, lagos ou do mar.

4. Use uma lona como cobertura adicional ou um capacho. Se possível, amarre a lona nas árvores, cabos ou qualquer coisa alta até mesmo seu carro), para criar um telhado sobre a barraca. Isso vai ajudar a impedir a chuva de cair diretamente em cima da barraca. Esta é a solução mais fácil para acampar com um carro. A lona auxilia também a colocar os itens como: botas molhadas, sapatos, casacos para secar antes de levá-los para dentro da barraca. Leve casacos resistentes a água e fáceis de secar para facilitar as coisas - invista em uma boa proteção para manter-se seco e aquecido. Verifique a Dica de uso de equipamento profissional : http://www.ciadaaventura.com.br/acessoriosemgeralparacampingeaventura/barracasparacampinglazermontanhaeafins/rededeprotecaotarpocaemmodelobivaqueimpermeavelemestilotoldodalinhakampa.html

5. Verifique se a ventilação está adequada. A humidade da sua respiração na barraca pode condensar e causar uma chuva particular dentro da barraca. Ventilação adequada é a melhor resposta para impedir a condensação. Lembre-se, quanto mais ventilação, menos condesação.

6. Mantenha toalhas e panos de secagem rápida (toalhas super absorventes) Veja: http://www.ciadaaventura.com.br/toalhassinteticasdesuperabsorcaoparausoesportivoemviagensemesmoemcasa.html- prontos para secar o interior da barraca. Se o temido fluxo de água adentrar sua barraca apesar de tudo, seque com estas toalhas, torça e pendure para secar. O mais rápido você secar a água, menos ela vai invadir a barraca. Vale a pena sair de seu confortável saco de dormir e verificar porque a água está entrando - talvez a cobertura precise de ajustes ou mais ventilação é necessária.

7. Leve as coisas certas: Mantenha uma muda de roupa seca em uma sacola a prova dagua. Caso tudo dê errado e a água invada a barraca, você vai precisar de roupas secas. Tenha sapatos fáceis de calçar ou chinelos do lado de fora da barraca. Capas de chuva devem ficar dentro da barraca a noite. Pode estar um céu estrelado e uma noite agradável, mas se a tempestade chegar na calada da noite é bom tê-la por perto. Para aqueles que estão acampando no carro, leve guarda-chuvas extras. Opção para regiões frias ou com tendencia a mudanças bruscas no tempo: Tenha aquecedores de mãos e luvas apropriadas. Luvas leves e a prova dagua podem impedir que suas mãos congelem quando estiver armando ou desarmando sua barraca na chuva.

Sacos estanques:http://www.ciadaaventura.com.br/mochilasmalaviagensmochilasimpermeaveisparanotebooksmochilascargueiraseparabikeetrilhas/mochilasimpermeaveiseestanquesumavariadalinhademochilasaprovadaguaecomgarantia.html

8. Tenha coisas interessantes para fazer quando estiver preso na barraca o dia todo. Leve livros, jogos, material de desenho, seu diário - qualquer coisa que caiba na sua mochila e que seja do seu interesse. Um jogo útil para levar é um baralho (váras brincadeiras são possíveis) e ocupam pouco espaço.

9. Desmonte a barraca com cuidado. Limpe bem sua barraca e nunca guarde-a molhada ou úmida. Em caso de imprevistos, guarde-a com cuidado e arme-a novamente na primeira oportunidade em local seco e deixe-a secar ao sol. Não use agentes químicos, sabão neutro, pano com agua é o suficiente. 

DICAS

• Se estiver com o carro, estacione de modo a usá-lo para fornecer um abrigo, pode ser uma opção extra, e aconchegante para usar enquanto chove.
• Uma barraca do tipo quatro estações é feita para o inverno frio, e não vai necessáriamente oferecer proteção melhor contra a chuva. Ela é feita para resistir a neve e ventos fortes. Usar este tipo de barraca no verão significa carregar mais peso. Vai ter menos ventilação que uma barraca 3 estações.
• Use equipamentos resistentes a água e se possivel a prova d’agua. Compre equipamentos a prova dagua de qualidade. Seda seca mais rápido que algodão, e portanto, pense em usar lençóis de seda. Se você estiver acampando com carro, tenha certeza que seus travesseiros e roupa de cama seja do tipo que seque rápido.
• Se ainda estiver chovendo quando for a hora de ir embora, você vai ter que desmontar a barraca debaixo de chuva. Seu equipamento não vai ter a chance de secar, e vai ter que ser guardado molhado. Quando chegar em um destino seco não esqueça de limpar e secar seu equipamento imediatamente, não guarde nunca ele sujo ou molhado, preserve a durabilidade dos seus equipamentos
.

ARTIGO EXTRAIDO DA PÁGINA DE NOSSO FORNECEDOR DE BARRACAS  - NAUTIKA –WWW.NAUTIKA.COM.BR

 

 

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Indochina parte 4 - AMSTERDAM a Noite

24 HORAS EM AMSTERDAM – PARTE 3

MUSEU VAN GOGH

Aproveitamos a companhia da Hannah e seguimos nossa saga das 24 horas em Amsterdam, com uma visita ao Museu Van Gogh.

Vincent Van Gogh foi um pintor muito talentoso desde jovem e bastante estimulado por seu irmão Theo, fiel parceiro. Fez poucos desenhos, alguns em aquarela e algumas naturezas mortas. Seu forte mesmo sempre foi a pintura a óleo em telas. Ingressou na escola de arte Hague School, onde conheceu seu mestre: Anton Mauve (1881). Mauve mudou sua vida acadêmica, ensinando-o a aprimorar técnicas antes desconhecidas por ele.

“M. has taught me to see so many things I didn’t see before” – (citação de Van Gogh).

Me impressionou obras como: “The calves” e “Woodcutters”, nas quais retratou a natureza holandesa.

Suas primeiras pinturas têm um tom escuro, sóbrio. Já a obra “The Kitchen Princess” (1872) é tão suave… maravilhosa!

“Chopping Trees on the Île de Croissy” é uma obra inacabada, impressionante, gigante, com poucas linhas.

Quando Van Gogh foi para Paris, sua arte ganhou novas cores, mais claras e mais comerciais, já que o objetivo desse maravilhoso pintor era comercializar portraits e paisagens para a alta sociedade. A princípio essas obras pareciam inacabadas e com cores sem harmonia, mas na obra “The bridge in the rain”, feita na província da França, finalmente Van Gogh concluiu que havia acertado os tons das cores.

Em 1889, Vincent Van Gogh começou a ficar doente e se internou na clínica psiquiátrica “Saint Paul de Mausoléu”, em Saint Rémy. No fim de sua vida, ele se concentrou menos nas cores e experimentou principalmente a intensidade do uso gráfico. Em maio de 1890, o mundo perdeu um grande artista. Vincent Van Gogh, no auge de sua insanidade, suicidou-se com um tiro na cabeça, na frente de seu irmão Theo.

RED LIGHT DISTRICT

Quando a noite cai, seguimos para o restaurante: Tapas & Vino – Lunch and Restauant– TASCA BELLOTA

Apesar de não ser um restaurante típico holandês, já que o cardápio é espanhol, nos deliciamos com as porções saborosíssimas! Ficávamos tentando decifrar os ingredientes em uma sinfonia de sons: humm... hummm... so delicious!!

A noite nos esperava e então, fomos para a Red Light District, região badalada de Amsterdam e conhecida mundialmente por seus pubs, coffee shops e também suas vitrines de prostitutas. Escolhemos um pub delicioso, com boa musica e shots da bebida jargeimeister, para um bom papo observando o movimento. Terminamos nossa saga das 24 horas na balada The Last Waterholle.

Amanhã, embarcaremos para Bangkok, na Tailândia!! Será uma looonga jornada até la!

Vemos-nos na Ásia!

Beijos!

http://www.vangoghmuseum.nl/

www.tascabellota.com

herenstraat 22hs,1015 CB, amsterdam

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Indochina parte 3 - AMSTERDAM

24 HORAS EM AMSTERDAM - PARTE 2

A CASA DE ANNE FRANK

Esta é minha quarta vez em Amsterdam, e a cada visita a cidade me revela uma nova faceta, uma nova estação e novos conhecimentos. A arte é democrática e a cultura também.

Da última vez que estive na cidade visitei a casa de Anne Frank e comprei um livro que contava os últimos sete meses de vida dela nos campos de concentração, mas não havia lido seu diário ainda. Desta vez, li dias antes de embarcar para ca e a proximidade emocional que senti daquela menina sensível com furinho no queixo, me fez chorar. Um choro incontrolável. Olho para Hannah ao meu lado e noto suas lágrimas escorrendo por seu rosto de pele branquinha, tipicamente européia.

Anne Frank viveu com sua família (pai, mãe e irmã) e mais quatro pessoas, escondida em um anexo atrás do armazém de seu pai por mais de dois anos, até serem entregues aos nazis e então, levados aos campos de concentração. O único sobrevivente foi seu pai, Otto Frank, que retornou ao esconderijo e achou o diário que Anne escreveu durante seus dias escuros, tristes e tomados pelo medo. Mas a grande descoberta dele e do mundo, após a publicação do diário em 85 idiomas, foi que Anne era uma garota feliz, cheia de sonhos e vontade de viver, sem contar a profundidade emocional e criativa, inimagináveis até mesmo por seus parentes mais próximos. Na saída do museu, podemos ver um relato de Frank, em vídeo. A conclusão dele é que: “muitos pais não conhecem realmente seus filhos”.

Anne Frank amava quando Biep e Mep (pessoas que os ajudaram durante o período no anexo) levavam pra ela revistas de astros de cinema. Ela os recortava e decorava as paredes de seu quarto. As figuras ainda estão coladas ali e essa visão tão íntima de seu cotidiano entrou fundo no meu coração. Foi como se eu estivesse tendo a oportunidade de conhecer seus amigos imaginários e assim, estar ainda mais perto dela. A tristeza é grande pra mim, estando permeável ao ambiente onde tantas emoções foram narradas com tamanha riqueza de detalhes!

Saímos do museu e nos sentamos em um café para falarmos um pouco a respeito. Os olhos das três estavam vermelhos, não podíamos evitar. Revelávamos o pesar que estávamos calando até aquele momento.

Eu quis saber um pouco mais sobre os pontos de vista da Hannah, alemã, 26 anos. Ela nos disse a importância de estar ali, humanizando a história vivida tão intensamente há duas gerações antes da dela, em sua própria família. Contou-nos que há muitos idosos alcoólatras na Alemanha, que vivem bebendo suas magoas, dores e perdas. Por uma vida inteira.

Seus pais falam sobre esse momento tão duro com freqüência, já que seu avo resistiu a um campo de prisioneiros. Soubemos também que na Alemanha, os homens podem escolher quais ações militares desejam exercer. Seu pai, nos anos 70, trabalhou em um orfanato de crianças órfãs da guerra.

“Hoje em dia, as fronteiras são menos importantes na Europa. Todos somos iguais e só a língua é diferente”- me diz ela. Aproveito a deixa e pergunto se hoje em dia ainda é perceptível algum tipo de racismo remanescente daquela época e ela nos diz que não, mas que a “culpa coletiva do povo alemão” ainda persiste. “Como é possível o ser humano ser tão cruel?”- emociona-se. “E pensar que situações assim ainda acontecem em muitas partes do mundo...”.

Concordo. Me calo pensativa.

Isis ao meu lado, balança a cabeça, atrás da filmadora de onde capta tudo com cuidado.

Finalizamos nosso intercambio cultural sobre o Holocausto com minha última pergunta pras minhas duas amigas:

- O que significa PAZ pra vocês?

Hannah: “I think the most important thing is a reflection about yourself. Don’t judge. Missunderstanding. And of course: Humam Rights!” **

Isis: “No caso de Anne Frank o que mais me chocou foi que apesar de ela estar presa, enclausurada, manteve os pensamentos jovens, a vontade de viver como andar de bicicleta... Manteve a força de vida apesar de estar ali.” Emendou: “Paz no contexto da A. F., significa que não importa por qual adversidade estejamos passando, a paz tem que estar dentro de você”.

Finalizo este post reflexivo com um pedacinho do MANIFESTO 2000 (UNESCO)

CARTA POR UM MUNDO SEM VIOLENCIA

A violência é uma doença passível de prevenção

“Nenhum estado ou indivíduo pode estar seguro em meio a um mundo sem segurança. Os valores de não violência na intenção, no pensamento e na ação se transformaram de opção em necessidade. Esses valores encontram expressão na sua aplicação entre estados, grupos e indivíduos.”

É isso ai galera! A PAZ está na moda!

Beijo grande e até já, com a noite de Amsterdam!!

** “Eu acho que o mais importante é a reflexão sobre si mesmo. Não julgue. Compreenda. E claro: os direitos humanos!”

 

 

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Indochina parte 2 - AMSTERDAM

TUDO QUE PODEMOS FAZER EM AMSTERDAM

EM 24 HORAS

O despertador tocou as oito em ponto no beliche abaixo do meu, no caso, no celular da Isis.

Apesar de eu estar super aconchegada no meu saco de dormir, pulei da cama e fui olhar pela janela. Ainda está meio escuro ou será que hoje nem vai clarear? – pensei. O inverno europeu é realmente cinza, preto, marrom e o eventual branquinho do gelo.

Temos que buscar a Hannah na Central Station as 9:25, no trem que vem de Cologne (Alemanha). Corremos pro café mirrado do albergue: duas torradas com creme de amendoim e uma xícara de café com leite e então vamos para a rua enfrentar o “freezer do mundo”!

Hannah é alemã e nos tornarmos amigas na Grécia na Expedição Mediterrânea (que você pode visitar no blog da Léla). Meses depois, ela foi me visitar no Brasil e la ficou por dois meses. Agora está sendo minha vez de visitá-la. Vamos nos encontrar por um dia e uma noite aqui em Amsterdam e então, no fim da Expedição Indochina, nos encontraremos em Berlim e Cologne (Alemanha)

Na Grécia, decidimos ter uma noite “típica grega”. Fomos a um restaurante grego, provamos comidas e bebidas típicas. No Brasil fizemos o mesmo indo ao ensaio da escola de samba Tom Maior, comendo cachorro quente na rua... RSS. Aqui, decidimos lançar uma brincadeira: Tentaremos ficar 24 horas sem dormir, fazendo tudo de melhor (e típico) que a cidade pode nos oferecer!

Desafio numero 1: achá-la na Central Station – cumprido após uma hora de atraso na porta da estação de trem.

Aliás, todas as vezes que venho à Amsterdam me emociono ao olhar de frente a Central Station. Saber da dor e tristeza dos milhões de judeus que embarcaram ali pra Auschwitz e pra tantos outros caminhos da morte. Sinto minha nuca arrepiar.

Decidimos visitar A Casa de Anne Frank, garota-símbolo do que os judeus sofreram no Holocausto. Tendo a questão em paralelo de a Hannah ser alemã e ter talvez, outro ponto de vista a respeito do assunto.

Fechado! Anne Frank, vamos nós! Saímos caminhando abraçadas por causa do frio que congela a ponta do meu nariz e o deixa, assim como minha bochecha, rosa pink! É engraçado demais andar por Amsterdam já que nos perdemos a cada esquina. Sempre. Mas a idéia é desfrutar a paisagem, a tranqüilidade, o silencio e o frio das ruas holandesas. E por falar em frio novamente: 6 graus com sensação térmica de -1.  

93% de umidade!

Caminhamos assim, de braços dados, saltitantes, sorridentes. Felizes demais com o nosso tão combinado e recombinado encontro nas ruas de Amsterdam. Aproveito pra fotografar a arquitetura os grafites, as bicicletas e lhes mostro algumas aqui.

Volto amanhã pra te contar como seguiu nossa saga: 24 horas em Amsterdam!

Anne Frank, até já!

 

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Copa Do Mundo gera crescimento a Africa do Sul

A copa do Mundo de 2010 trás incentivos e crescimento a Africa do Sul.

Com novos estádios e Infraestrutura, a África do Sul investiu pesado na copado Mundo.O número de visitantes estrangeiros pode não ser tão grande quanto o esperado, mas profissionais do turismo estão confiantes em longo prazo.Os holofotes estão....

Assista ao vídeo e confira, quem sabe não possamos seguir o mesmo exemplo.

http://video.br.msn.com/watch/video/o-outro-lado-da-copa/kpyxl1of

 

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Dicas de segurança para aventuras e viagens

PARA TODOS AQUELES QUE GOSTAM DE SE AVENTURAR POR AI SEGUEM  AQUI DICAS BÁSICAS DE SEGURANÇA DITADAS POR UM ESPECIALISTA NO ASSUNTO.

Dicas médicas com o Dr. Aventura!

Estima-se que cerca de 1,4 milhões de pessoas no mundo cruzam fronteiras diariamente. O ecoturismo e os esportes de aventura também nunca foram tão praticados como atualmente. No entanto, é claro que esse ambiente tem seus perigos, maiores ou menores. Como então, preparar essa “aventura” com um mínimo de segurança ? A resposta é muito complexa, pois envolve inúmeros itens, que vão desde o conhecimento prévio da topografia e clima do local visitado, até as formas de acionamento de equipes de socorro numa situação de necessidade maior.

Seria impossível esgotar o assunto. Mas seguem abaixo algumas dicas básicas para o iniciante.

  1. Procure um lugar compatível com o seu nível físico, técnico e psicológico e adequado ao seu orçamento.
  2. Não leve apenas mapas rodoviários. Leve um mapa detalhado da topografia local, o mais atualizado possível. E plastifique esse mapa !
  3. Escolha com rigor os guias, tanto das agências de turismo quanto os moradores locais. Há organizações sérias que já estão se preocupando em formar melhor tais guias. Visite, por exemplo, o site: www.abeta.com.br/aventura-segura.
  4. As informações de guias podem eventualmente ser tendenciosas. Informe-se sempre que possível com amigos que já estiveram no local.
  5. Verifique locais de suporte importante, como oficinas mecânicas, borracheiros, postos de combustível (e qualidade desse combustível), pequenos hospitais e farmácias, etc.
  6. Procure saber se no local há sinal para telefonia celular ou pelo menos telefones de fácil acesso.
  7. Verifique se há ajuda especializada numa emergência médica, principalmente equipes de resgate. Vale frisar que esse tipo de suporte é muito raro no Brasil.
  8. Vá com um bom carro, de preferência 4x4 e com opção de marchas reduzidas de alto torque.
  9. Não esqueça: principalmente a parte elétrica, mecânica e pneus (e estepe) devem estar em ordem.
  10. Não esqueça chaves de reserva, cópias dos documentos do veículo e da seguradora do mesmo.
  11. Procure levar uma boa bússola e se possível , um GPS (e saiba usá-lo).
  12. Procure conhecer o clima, topografia, animais característicos da região e a presença principalmente de doenças tropicais ou endêmicas peculiares do local. Dependendo dessas doenças, pode ser necessário que você tome vacinas antes de viajar.
  13. Você pode obter informações sobre as vacinas em vários sites, sendo um deles o da SUCEN (Superintendência do Contrôle de Endemias), um órgão governamental que monitora doenças em todo o território nacional – fones (011) 30322228 30318575 (www.sucen.sp.gov.br). Procure também na internet por “Medicina do Viajante” ou “Ambulatório do Viajante”.
  14. Tenha sua vacinação contra Tétano em dia !!!. Pode ser tomada em Postos de Saúde ou clínicas particulares de imunização. Ela é muito importante pois protege você dessa doença gravíssima, que pode surgir mesmo com ferimentos leves (mesmo sem “ferrugem”, o que é um mito) !
  15. Evite tomar qualquer vacina poucos dias antes da viagem, pelo risco de febre e outros efeitos colaterais. Faça - o semanas antes de viajar.
  16. Evite contato com água parada, como algumas lagoas e poças. Esse tipo de água pode transmitir doenças graves. Se molhar seus calçados, meias ou roupas com essa água, procure se lavar e se trocar, logo que puder.

 

Quanto ao seguro de saúde
 

 

  1. Tenha um bom plano de saúde.
  2. Cheque se oferece transporte aéromédico (avião-UTI) de qualquer local do país (hospital ou similar) para sua cidade do acidentado e hospital de preferência, a qualquer hora e dia. Ou se apenas leva a vítima para uma cidade próxima do acidente, que tenha melhor estrutura médica.
  3. Cheque se cobre qualquer tipo de lesão decorrente da sua aventura.
  4. Cheque se oferece cobertura cirúrgica, internação prolongada em UTI, próteses, etc..
  5. Dependendo do local e do perfil da sua “aventura”, inclua no seu seguro médico um seguro de vida.
  6. Viagem com os dentes em ordem - bons dentistas normalmente estarão distantes de sua aventura.
  7. Se a “aventura” for longa e difícil, seus músculos e tendões vão sofrer. Procure aprender alguns alongamentos e faça-os, sempre que puder. Alongue inclusive pescoço, coluna, ombros, mãos e pés. Isso melhora a performance física e ajuda a evitar câimbras.
  8. Não se envergonhe de pedir ou aceitar uma massagem. Nos grandes rallies e competições de esportes outdoor internacionais, várias equipes têm o requinte de levar seus próprios massagistas!

 Quer estar mais por dentro de equipamentos e segurança Confira:

http://www.ciadaaventura.com.br/literatura-e-videos/meu-primeiro-gps.html

http://www.ciadaaventura.com.br/literatura-e-videos/manual-de-trekking.html

http://www.ciadaaventura.com.br/literatura-e-videos/convite-a-aventura.html

Fonte de pesquisa : Site Curtlo (WWW.curtlo.com.br)

Autor:

Dr. Clemar Corrêa da Silva é médico formado pela USP em 1982, com especializações em Neurocirurgia e Medicina Esportiva pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (SP/SP), onde trabalha até hoje. É coordenador do Grupo de Tumores Cerebrais da Divisão de Clínica Neurocirúrgica desse hospital. Trabalhou anos pelo Karatê brasileiro e mundial, como membro do Comitê Médico da World Karate-Do Federation (com sede em Paris e Tókio) e Diretor Médico da Pan-American Karate-Do Organization, Organização Sul Americana de Karatê-Do, Confederação Brasileira e Federação Paulista de Karatê. Foi médico do Resgate do Corpo de Bombeiros de São Paulo e do Grupamento Aéreo da Polícia Militar de São Paulo (Helicóptero Águia). Trabalhou anos em UTI Aérea pela Líder Táxi Aéreo, computando mais de 120 missões aeromédicas em aeronaves de asa rotativa e fixa. Já foi membro da diretoria das Sociedades Paulista e Brasileira de Medicina Esportiva. Foi Vice-Presidente do Centro de Estudos de Medicina Esportiva do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, Diretor Médico da ABEA (Associação Brasileira de Esportes de Aventura) e membro do Conselho Técnico e de Segurança da Associação Paulista de Corrida de Aventura (APCA).

 

 

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Correr sobre as águas, confira !

Olha que bacana este vídeo!

“Há um novo esporte criado por algumas pessoas, em que, basicamente, uma pessoa corre na superfície da água. Pode parecer absolutamente impossível, mas é verdade. O esporte é chamado de Liquid Mountaineering, ou montanhismo líquido. Existem algumas indicações históricas que sugerem que este esporte foi criado pelos gregos, mas agora é recriado e é uma das atividades mais interessantes já vistas nos últimos tempos.

O esporte consiste em correr sobre a água. A ciência nos diz que, com o ângulo e a velocidade certa qualquer um pode correr sobre a superfície da água, por um tempo determinado, antes de afundar. O exemplo perfeito é o de uma pedra que quando atirada com a velocidade, rotação e ângulo certo, ela começa a saltar na água e tocar a superfície várias vezes antes de afundar. Se pudéssemos seguir a mesma velocidade, rotação e ângulo da pedra poderiamos pular sobre a água também.

As coisas necessárias para o Liquid Mountaineering são; sapatos de corrida de qualidade com solas de borracha, clima de inverno, lago congelado e um bom ponto de entrada para o lago. Tudo que você tem a fazer é começar a correr para o banco do lago e continuar correndo com velocidade cada vez maior em cada passo em um ângulo que ao invés de bater na água com o pé inteiro de uma vez, o pé deve roçar a superfície da água começando pelo calcanhar até os dedos dos pés. O processo pode ser aperfeiçoado com a prática, mas é definitivamente possível fazer de 3 a 4 passos na superfície antes de afundar. ”

Fonte: Liquid Mountaineering

 

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